domingo, 29 de agosto de 2010

A ironia do "Bullying"

      Há Algo muito discordante  no Bullying, a pessoa o faz para tentar se sentir e parecer bem dentro de um determinado grupo, mas acabam  levando uma vida completamente vazia, tornam- se indivíduos alienados e descartáveis. É algo muito grave que pode levar a vítima a grandes conseqüências, algumas boas outras ruins.
A maioria muito ruim, como suicídio, insegurança, homicídios, etc. Mas grandes astros como: Madonna e Michael Jackson foram intensamente "bullyed" em suas escolas e atribuem a isso grande parte de suas sensibilidade artística.
Cuidado com seus atos, eles podem ter graves efeitos.

Eleições!

Peço com toda minha força, aos jovens, que não  votem em figuras como o tiririca, mulher Melão, Collor, Sérgio Cabral  e desgraças do gênero....
É muito triste ver que todo esse lixo o povo escolhe....

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Escolhendo o futuro

Cada experiência,cada pessoa, cada sentimento
Altera meu jeito de ver e viver
Tudo acontecendo tão de pressa me deixa sem ar

Decisões e atitudes precisam ser tomadas
E ninguem pode me ajudar, tenho tanta sorte
E ao mesmo tempo tantas possibilidades de fracassar.

O medo me segue,o medo me cega
Não me escondo dele, pois não posso negá-lo
É tão intenso e forte que não me deixa pensar
Há tantos que amo e que temo machucar

Acomodação

É muito fácil se revoltar, quando se está errado
É muito fácil se revoltar, quando não se sabe o porquê
É muito mais fácil dizer que não sabe a tentar aprender
É muito mais fácil julgar sem conhecer.


Filipi Márcio,18 anos.

domingo, 22 de agosto de 2010

Lendo podemos mais!

Ao ler, os personagens ganham vida, brincam de nos contar sua história. Ao abrir as páginas de um livro, um mundo de palavras invade nossa mente, inundando nossa imaginação e mostrando-nos que, naquelas páginas, o impossível estará prestes a acontecer. Ficamos ansiosos pelas próximas páginas, criamos expectativas, nos identificamos com alguns personagens, não gostamos de outros. Voamos para outra dimensão: aquela em que tudo que se imagina pode acontecer, aquela em que tanto gostaríamos de viver, aquela em que o bem sempre vence o mal, aquela em que existem verdadeiras amizades.







Ao ler, aquele mundo de páginas soltas prendem-se em nossa mente. Como crianças felizes por acabar de receber um doce há muito ansiado, assim ficamos ao ganhar um livro novo, ao escrever uma breve frase. O leve toque da caneta no papel, marcando-o com sua tinta, demonstra em palavras todo um sentimento. Sentimento esse em que não se consegue transmitir ao falar.







Ao ler e escrever, podemos tudo. Podemos mais.



Juliana Rios,15 anos.

Laranja mecânica invertida

Vejo que, há algum tempo, as pessoas tentam cada vez mais mostrar uma para as outras
o quanto elas são interessantes, independentes e descoladas. Hoje tudo é rotulado e muito falso,
você não é mais um ser humano, você é uma loira burra, um "nerd", um "gay". E isso contrasta intensamente
 com o que a juventude sempre tentou passar para a sociedade.Não é mais como antes, os jovens tinham pelo que lutar, agora, continuam rebeldes, rebeldes sem causa. Toda essa energia de revolta da adolescência, que é natural,
é canalizada para objetivos completamente descartáveis e de valores baixos.
Apesar de querer mudar tudo, e de querer chocar as pessoas mais velhas, não há um porquê
para isso.Embora denote a imensa necessidade de querer mostrar para os outros jovens que você vive
de acordo com as suas regras e que você não tem respeito por nada, o que estranhamente é algo quase
positivo atualmente.
Enquanto em um ramo da juventude observo uma grande gana de lutar por alguma coisa, qualquer coisa,
em outro é possível notar uma grante apatia, que pode ser seguida de uma grande falta de perspectiva.Não querer nada é pior do que não saber o que se quer, porque pode-se descobrir com o tempo. Mas, ter vontade de se mover quando se está imóvel por muito tempo é muito difícil, é a lei da inércia aplicada à vida.
Alguns outros adolescentes, tentam provar sua maturidade fazendo coisas bastante destrutivas que os prejudicam moralmente, física e psicologicamente.É chocante como a sexualidade está distorcida. Usam drogas, mesmo quando tem famílias estruturadas, parecem querer fugir da vida confortável que têm. É claro, que também existem aqueles que têm graves problemas, e, não têm opção.
A juventude largou as placas de protesto, mas manteve a maconha e a libertinagem.


Eduardo Mesquita.